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Gestão da manutenção preventiva traz segurança jurídica e confiabilidade para as construtoras

As discussões sobre a durabilidade e a gestão da manutenção de edifícios estão cada vez mais na pauta das construtoras, especialmente após a publicação da Norma de Desempenho NBR 15.575/2013. A divisão de responsabilidades entre projetistas, construtores, fornecedores e, principalmente, usuários, evidenciada pela normativa, indica a importância das construtoras gerirem preventivamente a manutenção de suas construções. “Há que se levar em conta que cerca de 2% do valor geral de vendas de um empreendimento é computado para assistência técnica (pós-ocupação). Esse número demonstra a necessidade dessas empresas investirem nesse tipo de gestão, a fim de também mostrar aos usuários as suas responsabilidades nesse processo”, afirma o Diretor Técnico da Tecomat, Angelo Just.

Gerir as informações sobre manutenção, com foco nas ações preventivas, pode trazer uma série de vantagens às construtoras e incorporadoras, como segurança jurídica, atendimento de manutenibilidade e redução de custos com assistência técnica. Nesse sentido, um bom Manual de Uso, Operação e Manutenção auxilia as empresas, na medida em que evidencia as intervenções realizadas, a periodicidade das ações, estabelece as responsabilidades para cada material e sistema construtivo, dentre outros pontos. “A construtora deve não apenas entregar o Manual aos usuários, mas alertá-los sobre as manutenções previstas, registrando toda a comunicação. Com isso ela qualifica, nutre e educa os compradores do empreendimento”, acredita Just.

Para o Diretor, os conceitos de manutenção devem nascer desde a concepção dos projetos, em vez de serem pensados apenas no período pós-obra. Ele lembra que a manutenibilidade é um requisito da Norma de Desempenho e, por conta disso, os manuais devem mostrar que as construtoras seguiram as diretrizes das NBRs 15.575/2013, 14.037/2011 e 5.674/2012.

A Tecomat atua no mercado como agente consultor para orientação e gestão dessas operações, em conformidade com os produtos utilizados e com a vida útil do empreendimento. “Constantemente, somos convidados a solucionar problemas, bastante custosos para as construtoras, que poderiam ser evitados se houvesse a cultura da manutenção preventiva. Mas, de outro lado, já temos várias empresas investindo no Manual de Uso, Operação e Manutenção, integrando os requisitos de manutenibilidade, com o objetivo de mostrar aos usuários o atendimento neste item”, explica Angelo Just.